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CRÍTICA | “Guardiões da Galáxia” + “Star Wars” = o clichê ambulante e divertido ‘Borderlands’

Inspirado em um jogo de videogame o qual eu nunca joguei, apenas conheço de nome, Borderlands chega aos cinemas brasileiros neste dia 8 de agosto. Dirigido por Eli Roth, a produção conta com grandes nomes em seu elenco, como Cate Blanchett, Kevin Hart e Jamie Lee Curtis. Estes estrelados nomes, inclusive, auxiliam para a qualidade do filme.

No filme acompanhamos a história de Lilith (Blanchett) ao formar uma aliança inesperada com uma equipe de desajustados – Roland (Kevin Hart), um mercenário experiente em uma missão; Tiny Tina (Greenblatt), uma feroz pré-adolescente; Krieg (Munteanu), o protetor musculoso de Tina; Tannis (Curtis), o cientista excêntrico que já viu de tudo; e Claptrap (voz de Jack Black), um robô esperto. Juntos vão em busca da filha desaparecida de homem mais poderoso do universo, Atlas (Edgar Ramírez). Agora, esses heróis improváveis devem combater uma ameaça alienígena e bandidos perigosos para descobrir um dos segredos mais explosivos de Pandora.

Look! It's the Borderlands movie! - JB Hi-Fi

É importante ressaltar que Borderlands não é um filme pelo qual eu pagaria para assistir, mas veria numa tarde em casa, comendo pipoca e me divertindo sem nenhuma culpa. Repleto de clichês, desde o desenvolvimento dos personagens até a evolução do enredo do longa, a produção diverte, sim, mas não apresenta nenhuma novidade e passa longe de ser um filme memorável.

Até mesmo nas coisas que eu mais gostei – o tom de humor do filme -, houve uma demora para funcionar. Aparentemente houve uma tentativa de fazer um espelhamento com Guardiões da Galáxia, da Marvel, inclusive na quantidade de personagens que formam o núcleo principal. No entanto, essa, digamos, inspiração demorou para começar a fazer efeito.

Borderlands director reveals the first question he asked the games studio  and how his dog got him the job | GamesRadar+

Apesar desses erros, Borderlands é uma produção divertida. Agrada quem gosta de bombardeio (Michael Bay curtiu este comentário), diverte quem gosta de uma bagunça visual, entretém quem admira o trabalho dos seus atores e atrizes principais e entrega exatamente aquilo que promete: uma história clichê de entretenimento.

Claro, Borderlands pode entrar para aquele -nem tão- seleto grupo de filmes baseados em jogos de videogame que não são bons. Porém, se você resolver deixar o amargor de lado, colocar o cérebro no potinho do lado da poltrona no sofá e tirar uma hora e quarenta minutos para não pensar em nada, Borderlands pode te agradar e dar um alívio cerebral em meio a uma rotina pesada de trabalho e/ou estudo.

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