Antes de Groot se tornar o adolescente atual do MCU, ele era apenas uma bebê árvore que acompanhava os Guardiões da Galáxia em missões intergalácticas. E afinal, o que um bebê faz nesse caso, se não pode lutar efetivamente? E é isso que descobrimos na nova série animada da Marvel no Disney+, “Eu Sou Groot”.
A série é uma coleção de cinco curtas originais estrelados pelo Baby Groot, a pequena árvore adorada pelo público, e contará com personagens novos e incomuns. Vin Diesel retorna para dublar o protagonista, Kirsten Lepore é a roteirista e diretora, com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Brad Winderbaum e James Gunn como produtores executivos.

Durante os cinco episódios, com duração de 3 a 5 minutos cada, saboreamos da personalidade irreverente e autêntica de Groot. Seja na forma como ele lida com alguns obstáculos ou na forma como ele lida com o desconhecido, a pequena árvore traz a sensação reconfortante de ver um personagem amado ganhando mais destaque.
Com um humor um pouco ácido, a animação pode agradar o público infantil pelo olhar inocente que o protagonista carrega diante de suas aventuras. No entanto, para os adultos alguns episódios soam até um pouco traumatizantes.
No entanto, como são curtas não há como desenvolver as mini aventuras de Groot, nem os personagens novos. Apesar de criativas e divertidas, são rasas e sem muita relevância. “Eu Sou Groot” é uma produção realmente para o fã quer gastar uns 15 minutos do dia matando saudade do mascote da Marvel. Apenas isso.
E isso não faz dele uma produção ruim, pelo ao contrário, diverte e entretém. Ele só não se faz necessário dentro dos milhares filmes e séries que estão interligados no MCU. Será que essa será o começo de uma nova era de produções avulsas ao universo principal? Isso pode ser algo muito bom.
Nota: 3,5/5








