A Fabulosa Máquina do Tempo estreia nos cinemas em 30 de julho

“A Fabulosa Máquina do Tempo” estreia nos cinemas após passagem por festivais internacionais

Após uma trajetória de destaque em importantes festivais nacionais e internacionais, “A Fabulosa Máquina do Tempo”, novo documentário dirigido por Eliza Capai (Espero tua (Re)volta), estreia nos cinemas brasileiros no dia 30 de julho, com distribuição da Descoloniza Filmes.

O longa teve sua estreia mundial no Festival de Berlim e acaba de divulgar uma cena inédita que apresenta o olhar espontâneo e bem-humorado de suas protagonistas. No trecho, meninas da cidade de Guaribas (PI) conversam sobre casamento, independência feminina e o futuro enquanto refletem sobre as experiências vividas por suas mães e avós.

Cena inédita destaca o olhar das protagonistas

Rodado no sertão do Piauí, “A Fabulosa Máquina do Tempo” acompanha um grupo de meninas que, entre brincadeiras e conversas, constrói uma narrativa sensível sobre infância, desigualdade, gênero e sonhos.

Ao inventarem uma máquina do tempo, elas revisitam histórias familiares marcadas pela pobreza e imaginam um futuro em que possam viver com mais liberdade e autonomia. O documentário mistura imaginação e realidade para abordar a transição entre infância e adolescência sob a perspectiva das próprias protagonistas.

Além da estreia comercial, a diretora Eliza Capai e parte do elenco participarão de sessões especiais seguidas de debate nas seguintes cidades:

  • Recife – 29 de julho;
  • Brasília – 30 de julho;
  • Teresina – 1º de agosto.

Documentário acumula prêmios e reconhecimento internacional

Antes de chegar aos cinemas, “A Fabulosa Máquina do Tempo” percorreu diversos festivais e colecionou prêmios.

No Cine PE, venceu quatro categorias:

  • Melhor Longa-metragem pela ABRACCINE;
  • Melhor Direção para Eliza Capai;
  • Melhor Trilha Sonora para Décio 7, com participação especial de Juliana Linhares;
  • Melhor Atriz, prêmio concedido ao coletivo de meninas protagonistas.

Já na Mostra Ecofalante, o documentário recebeu o prêmio de Melhor Longa pelo voto popular e uma Menção Honrosa.

A produção também passou por eventos como o É Tudo Verdade, FICA – Festival Internacional de Cinema Ambiental, Mostra Macambira, além de integrar a abertura do Festival de Vitória e seguir para o Festival Guarnicê de Cinema.

No exterior, o longa conquistou o prêmio de Melhor Feito Técnico-artístico na Competição Ibero-americana de Documentários do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara (FICG).

Além disso, participou de importantes festivais como:

  • Festival Internacional de Cinema de Shanghai;
  • Krakow Film Festival (Polônia);
  • Festival Internacional de Cine en Puerto Vallarta (México);
  • Thessaloniki International Documentary Festival (Grécia);
  • Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay;
  • Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias (Colômbia).

Em breve, o documentário também será exibido no Giffoni International Film Festival, na Itália.

Sinopse

No sertão do Piauí, meninas navegam entre cultos evangélicos, redes sociais e sonhos de futuro. Ao inventarem uma máquina do tempo, revisitam as histórias duras de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, enquanto imaginam um futuro em que possam viver livres e realizadas. Entre brincadeiras e fabulação, elas questionam o que significa se tornar mulher em um delicado retrato da passagem da infância para a adolescência.

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