O texto a seguir CONTÉM SPOILER
Olá nação dorameira, veio por meio desta informar que: a volta de Lee Min Ho para as telinhas foi simplesmente um SUCESSO! Segundo o site Soompi, o lançamento mundial teve uma média de 10.1% e 11.4% de audiência, quebrando o recorde de audiência da emissora SBS e tirando do pódio os últimos dramas com maiores porcentagens de estreias Sexta-Sábado, tais como The Fiery Priest (10,4%), Vagabond (10,4%) e Hyena (10,3%).
Em parceria com a Netflix, The King: Eternal Monarch, vai ao ar às 22hrs na Coreia e está disponível a partir das 11h30 no serviço de streaming no mesmo dia de lançamento original. Toda sexta e sábado.
Kim Eun-Sook ataca novamente depois do sucesso de Mr. Sunshine em 2018, a escritora de hits como: Goblin, Descendentes do Sol e Secret Garden juntou a receita de fantasia, bromance, personagem feminina forte, personagem masculino com problemas no passado, o leve toque de humor necessário para criar o mais novo vício da nação dorameira: The King: Eternal Monarch
Como todo mundo já deve ter conhecido o drama por aqui, a hora agora é de esmiuçar os dois primeiros episódios lançados nesta semana.
Antes de mais nada, para você que já assistiu, e achou o primeiro episódio do drama um pouco confuso devido a cronologia, vou tentar simplificar aqui o que acontece: Lee-Lim é o filho ilegítimo do rei da Coreia Monarca, o pai Lee-Gon é o atual rei e está em posse da flauta mágica, na qual ele não acredita fazer o que a lenda diz que a flauta faz relaxa, já já explico a história da flauta. Lee-Lim morro de ciúme do meio irmão e cheio do ódio por ele ter tudo o que ele não teve, mata o rei em 1994. Depois do assassinato ele passa o portal que separa os dois universos e vai para a Coreia República e ainda é o mesmo ano de 1994, lá ele acha a versão do seu meio irmão, mata ele também, acha a sua própria versão na República, também mata o cara mas agora com o propósito de tomar o lugar dele ali naquele novo universo, e para fechar as mortes com chave de ouro, também mata a versão criança de Lee-Gon na República fazendo com que ele deixe de existir completamente e vai dar ruim lá na frente quando o Lee-Gon adulto atravessar o portal, mas calma que isso são cenas dos próximos capítulos.
Após a matança geral, Lee-Lim volta, 10 anos depois, para monarquia para buscar o seu aliado, o ano agora é 2004 e juntos eles passam o portal indo direto para a República sem deixar nem rastro do que aconteceu. O próximo pulo no tempo é para 2019, quando Lee-Gon já é adulto e famoso na Coreia
A trama do drama gira em torno de uma flauta mágica feita de bambu que tem o poder de atrair as pessoas para uma brecha no universo que fica localizado entre as árvores de uma certa floresta, sua primeira aparição foi durante o reinado do rei Sinmun na Dinastia Silla. Ela passou em gerações até chegar às mãos do, até então, último rei do Reino da Coreia na década de 80 ~ 90. O plot acontece em 1994 e prepare-se para muitos pulos no tempo e passagens de um universo para outro.
Seguindo o padrão de escrita da Eun-Sook, o primeiro episódio tem foco no passado de Lee-Gon (interpretado por Lee Min Ho), que assumiu o trono ainda criança e conhecemos também um pouco sobre os motivos de sua personalidade ser tão peculiar.
Falando no nosso eterno monarca, Lee-Gon tem de tudo: rico, novinho, gosta de ler histórias infantis para crianças, atleta e membro importante de um time vencedor de Remo, cavaleiro nato, aparentemente tem um fraco por desenhos animados o nome do cavalo dele é Maximus, qualé mais Enrolados impossível; mas apesar de tudo isso, seus traumas do passado fazem com que ele sejam bem rigoroso com as pessoas ao seu redor, então, regras do tipo ‘não me toque’ ou ‘não fale assim comigo, você vai ser decapitado’ são linguajares comuns no favoritinho da Coreia.

Como era de se esperar, a relação com seu ‘melhor amigo’ e também chefe da guarda da Coreia é bem engraçada e dinâmica. Jo Young (interpretado por Woo Do-Hwan) está disposto a trocar sua vida pela de Sua Majestade, enquanto o passatempo preferido de Lee-Gon é simplesmente tirar o juízo de todos as pessoas que estão preocupadas com o seu bem-estar.
Jo Young e Lee-Gon são o tempero especial de bromance, os dois se conseguem desde pequeno, enquanto o chefe da guarda era bem atrevido, quando criança, Sua Majestade já era mais contido. Com o tempo as personalidades foram trocadas e, atualmente, Jo Young é um cara bastante sério que sabe exatamente o que falar quando é acometido por alguma piadianha do rei.

Kim Go Eun foi a minha verdadeira surpresa nesta estreia, apesar de já estar acostumada com sua atuação e seu tipo de papel, a Tenente Jung Tae-Eul é mais forte e decidida do que previ. Tae-Eul já aparece nos primeiros minutos do primeiro episódio mostrando todas as suas habilidades de detetive e mais ainda o que ela é capaz de fazer nas missões de campo graças ao taekondo na vida inteira, acho que aquela galerinha do mal deve tá sentindo até agora o chute na cara.
Diferente de suas personagens anteriores que se apaixonavam mais rapidamente pelo protagonista, Tae-eul não parece ser do tipo fácil de lidar e não cai em qualquer papinho de universo paralelo, como ela mesma disse “Sou o tipo de pessoa que tem dificuldade de acreditar até que a terra é redonda”.
Eu não sabia que precisava do Lee Min Ho fazendo par com a Kim Go Eun até ter esse casal maravilhoso na telinha. A química dos dois chega a ser palpável, a diferença de idade é imperceptível e eles encaixaram perfeitamente o início de um “relacionamento” conturbado.

Já no segundo episódio Lee-Gon está na República da Coreia em busca de respostas para os questionamentos que o sodam há 25 anos, os motivos dele possuir o crachá de Jung Tae-Eul emitido em uma data que ainda não chegou em nenhum dos dois universos, quem foi a pessoa misteriosa que salvou sua vida em 1994, onde ele vai deixar Maximus enquanto está na cidade e acima de tudo: como vai conseguir dinheiro agora que todo o diamante do seu manto real foi trocado por dinheiro válido na República da Coreia?
Enquanto isso, no Reino da Coreia, a governanta real e o chefe da guarda usam todos os recursos secretos para saber do paradeiro do rei que simplesmente sumiu no meio da floresta de bambu. Lembram da flauta que falei no início do texto? Fiquem de olho nela ou em partes dela durante o drama, ela vai ser de extrema importância para os dois mundos.
Outro ponto louvável do drama é a sutileza com os outros relacionamentos dos protagonistas são abordados, é óbvio e evidente que os dois possuíram vidas separadas nos últimos 30 anos, então cada um tem o seu próprio pretendente secreto ou não. A Primeira Ministra, Koo Seo-Ryeong (interpretada por Jung Eun-Chae), tem Lee-Gon em seu alvo. Ela, e todo o Reino da Coreia, acreditam que os dois são um casal, mesmo nada tendo sido confirmado pelo rei. Já Jung Tae-Eul, é o amor secreto de Kang Shin-Jae (intepretado por Kim Kyung-Nam) e os dois são amigos desde antes de fazerem parte da força policial.
The King: Eternal Monarch, vai ao ar toda sexta e sábado por volta de 11h30 pela Netflix e por volta de 15h30 lá no DramaFansubs.


4 Comentários
muito legal, gostei da postagem. curto muito animes
Muito obrigada!!