Melhores pais não biológicos da cultura pop

No Dia dos Pais, nada melhor do que lembrar que a paternidade vai muito além dos laços de sangue. Na cultura pop, diversos personagens assumiram o papel de pai sem serem, necessariamente, os pais biológicos — e acabaram se tornando figuras fundamentais na vida de quem precisou deles.

Dos quadrinhos às séries, filmes, animações e videogames, esses personagens provaram que ser pai também pode significar proteger, ensinar, acolher e estar presente. Por isso, reunimos alguns dos melhores pais não biológicos da cultura pop para celebrar, neste Dia dos Pais, essas relações que conquistaram o público.


Ben Parker

Uma das figuras paternas mais icônicas dos quadrinhos, Tio Ben assumiu esse posto após Peter perder seus pais biológicos. Apesar de morrer ainda na história de origem do Homem-Aranha, os ensinamentos de Ben ditam boa parte da trajetória heroica e humana de Peter Parker.

Jonathan Kent

Outro que também morre logo cedo na história do personagem, mas que marca toda a sua trajetória, é Jonathan Kent, pai adotivo de Clark Kent. Jonathan é marcado por ensinar a Clark a usar seus poderes para o bem, e sua morte é uma das motivações para que o kriptoniano se torne o Superman.

Alfred Pennyworth

Mordomo de Bruce Wayne, acompanha o personagem desde a morte de seus pais. Apesar de ser um funcionário, Alfred se torna mais que isso para Bruce, exercendo o papel de uma figura paterna. Quando Bruce se torna o Batman, Alfred também o ajuda, tornando-se seu álibi no combate ao crime de Gotham.

Tio Iroh

Saindo dos quadrinhos e chegando às animações. O Senhor do Fogo está longe de ser um bom exemplo de pai para Zuko. Por conta disso, seu tio Iroh assume o papel paterno na trajetória do jovem dominador de fogo. Iroh não só ajuda Zuko, como o acompanha em sua jornada após ser exilado da Nação do Fogo em busca do Avatar.

Phill Banks

Ok, aqui temos um caso de um personagem cuja relação com os filhos biológicos também vemos na tela. Mas podemos ver, em especial, a relação de Tio Phill com Will Smith, que começa cheia de atritos, mas logo se estreita e se torna uma das melhores duplas de Um Maluco no Pedaço.

Joel Miller

Muitos pais biológicos não fariam pela Ellie o que Joel fez em The Last of Us. Seja no jogo ou na série, é impossível negar que os personagens criam uma enorme ligação e entram em uma relação de pai e filha. Essa relação está marcada como uma das mais emocionantes da história dos videogames.

Mandaloriano

Mais uma vez, Pedro Pascal interpreta um sujeito solitário contratado para proteger uma criança até um destino final. Porém, no caminho, os dois criam uma forte ligação, projetando essa figura paterna superprotetora. Obviamente, o universo de Star Wars e a fofura do Grogu dão um tempero a mais nesse tropo.

Jim Hopper

Stranger Things elevou o patamar da Netflix e marcou uma geração que acompanhou a série. Entre seus altos e baixos, um dos pontos mais marcantes e coerentes da série foi a relação de Hopper com Eleven, que adotou a garota superdotada e se tornou um pai quando menos imaginava.

Charles Xavier

Aqui é polêmico, depende muito de qual versão do Professor X estamos falando. Em alguns momentos, ele atua na área cinzenta, chegando até a ser antagonista dos jovens X-Men. Porém, em muitos momentos, também é uma figura paterna segura, que acolhe e ensina aos jovens mutantes discriminados na sociedade que eles têm seu lugar no mundo.

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