Em entrevista à Forbes, Ray Fisher denunciou que houve racismo contra membros que participaram das refilmagens do filme da Liga da Justiça em 2017:
“A remoção de pessoas de cor da versão cinematográfica da Liga da Justiça em 2017 não foi um acidente nem uma coincidência.
Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich.
Percebi que as anotações que acabei recebendo de Johns durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia a portas fechadas com os outros executivos.
Muito do que esses caras estavam fazendo era um esforço para evitar serem despedidos durante a fusão da AT&T com a Time Warner. Pretendo ser muito mais específico sobre cada um desses caras depois que a investigação terminar – esta entrevista é apenas uma versão resumida.
Nada do que estou compartilhando nesta entrevista é novidade para o RH da Warner Bros, nem deveria ser novidade para a WarnerMedia. Eu relatei quase tudo a eles em julho – incluindo o envolvimento de Emmerich. O fato de eu ter que defender a mim mesmo dessa forma é em partes iguais libertador e frustrante.”
Fisher detalha muitos outros exemplos de má conduta flagrante que ele diz que a WarnerMedia está ciente. E quanto à retaliação, o ator da Liga da Justiça está ciente de que sua carreira pode ser prejudicada depois de falar.
Antes do lançamento de Liga da Justiça em 2017, Snyder se afastou do projeto devido ao suicídio de sua filha. Como a produção do filme não estava completa na época, a Warner Bros. contratou Whedon para supervisionar as refilmagens.


