“Mulan“, uma das grandes apostas da Disney em 2020, foi lançada nesta sexta (4) na plataforma de streaming Disney+ nos Estados Unidos.
Desde ontem (3) a impressa internacional vem publicando as críticas do filme da diretora Niki Caro. No site Metacritic o filme já reúne 42 críticas, e chegou a 69 de aprovação. O longa se tornou a 2º maior aprovação de um live action da Disney, ficando atrás somente de “Mogli“, que recebeu 77.
No Rotten Tomatoes, recebeu 82% de aprovação com 154 críticas acumuladas. Como “consenso da crítica”, o site diz que o filme “poderia ter contado a história clássica com mais profundidade, mas é uma maravilha visual que serve como atualização emocionante” da animação.
A revista “The Hollywood Reporter” disse que a Disney deu à personagem status de super-heroína e elogiou a fotografia do filme como “um banquete visual infinito”. O longa foi filmado na China e na Nova Zelândia. No entanto, ainda assim também criticou a história, “enredo pouco envolvente e performances atrofiadas.”
Todos os jornais lamentam que a estreia não aconteça no cinema, por causa das cores vivas e das sequências de ação.
“Entertainment Weekly” avaliou como “um épico arrebatador e sombrio“, mas sentiu falta dos momentos de música extintos do filme.
Segundo “Variety“, o longa de Caro é, ao mesmo tempo, “homenagem e releitura da animação de 1998 e uma versão robusta da fonte original do filme, a canção ‘The Ballad of Mulan‘.”
A revista diz que a renovação pode decepcionar os fãs do desenho, mas tem potencial para agradar a nova geração inspirada pelo “empoderamento feminino”.
“Mulan” ainda não tem data de estreia no Brasil, mas o serviço de streaming Disney+ chega em solo nacional em 17 de novembro.
